Hoje estou sem palavras
Cansei de me enganar ao acordar em imaginar que poderia sorrir sem me imaginar com ou sem você.
Cansei de me expor a imaginar que cada palavra minha escrita pode apenas se apagar com a onda do mar que apaga promessas na areia.
Cansei de sentir pena de mim mesmo, pena de mim em relação a estar só e nunca conseguir alcançar a felicidade em sua plenitude, assim como sua atenção sem ninguém que ofusque meu desejo
Cansei de pedir e ser pedinte, cansei de ser recebido como esmola, ou ser usado como tal, cansei definitivamente de me imaginar como uma sobra
Cansei de viver assim, indo atrás de quem não me quer, indo atrás de quem me deixou, indo atrás do que se passou
Cansei de não lutar pelo que acredito, de não ter tentado, de simplesmente todas as minhas vontades com o tempo ter deixado
Cansei,
Hoje estou sem palavras,
Hoje estou sem ações,
Hoje estou simplesmente cansado, de não ser apenas eu e apenas querer-te sem me preocupar com a parte, sabendo que sem ela não a teria no todo.
Cansei e apenas hoje, estou sem palavras...
Porque como todos os dias, minhas palavras de amor por ti, serão eternas e perpetuamente escritas, faladas e agidas como quiseres... pois eu o quero, e jamais deixarei de dizer-te que belo é poder estar contigo e sofregamente amar-te e tê-la como mulher quando o tempo e seu coração assim o quiser.
AGMA 22/10/2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Queria saber...
Queria saber o que dizer
Em momentos onde não imagino
Quais palavras escrever para
Novamente me expressar se perigo
De novamente por um ato ou palavra
De ti me separar e nunca mais te encontrar
Queria poder dizer o que sinto
Sem precisar me esconder
O que quer que eu sinta e insista
De que jamais poderá ser confundido com uma mentira
Apenas novamente como todos os dias
Vivenciando o que fora um dia
Queria ouvir de seus lábios
Que não era apenas mais um
Que não seria encontrado só na mais fria sarjeta
Que jamais poderei me esquecer de tão doce imagem
Que jamais esqueceria sua voz
Queria dizer a incrível forma que sou teu em intensidade
Queria saber o que dizer
Queria poder dizer o que sinto
Queria ouvir de seus lábios
Que jamais saberias que minto
Ao dizer-te que não te quero mais...
Mas que quero-te... mais... mais... infinitamente.
AGMA 20/10/2008
Queria saber o que dizer
Em momentos onde não imagino
Quais palavras escrever para
Novamente me expressar se perigo
De novamente por um ato ou palavra
De ti me separar e nunca mais te encontrar
Queria poder dizer o que sinto
Sem precisar me esconder
O que quer que eu sinta e insista
De que jamais poderá ser confundido com uma mentira
Apenas novamente como todos os dias
Vivenciando o que fora um dia
Queria ouvir de seus lábios
Que não era apenas mais um
Que não seria encontrado só na mais fria sarjeta
Que jamais poderei me esquecer de tão doce imagem
Que jamais esqueceria sua voz
Queria dizer a incrível forma que sou teu em intensidade
Queria saber o que dizer
Queria poder dizer o que sinto
Queria ouvir de seus lábios
Que jamais saberias que minto
Ao dizer-te que não te quero mais...
Mas que quero-te... mais... mais... infinitamente.
AGMA 20/10/2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Hoje demorarei a postar!
Estou me humilhando pela última vez para uma pessoa que me foi, é e espero um dia continuar sendo especial para mim.
Não estou me desvalorizando, apenas estou super valorizando minha capacidade de me importar com a amizade de alguém não me deixando abater pelas atrocidades da vida.
Prometo a todos, que será a última humilhação, que será a última tentativa de reaproximação e por fim será a última vez que tentarei ser feliz em minha vida.
Após essa humilhação, me fecharei por tempo indeterminado para sorrir, para chorar, para sentir e para amar.
Estarei disponível apenas para ser um ser humano normal, sem sentimentos e apenas vivendo minha vida sem importar a ninguém.
Estarei disponível apenas para ser um ser humano normal, sem sentimentos e apenas vivendo minha vida sem importar a ninguém.
Agradeço a todos os conselhos, agradeço a todos os puxões de orelhas, agradeço a todos por me segurarem nos momentos de quedas, e principalmente agradeço a Deus pelo imenso coração que Ele me deu.
Sofro hoje muito por esse coração que se humilha para poder ser ele mesmo sem se importar com as linhas inimigas, mas que chora lágrimas de sangue ao sentir o silêncio que torna-se a pior arma para um ser humano, e um ser humano com coração de criança.
Boa noite, e assim que terminar minha 'arte' estarei aqui postando. Não sei que horas...
Não sei se até as 3 da manha, ou 4... o que importa é tentar buscar a felicidade.
Como diz no filme "A felicidade não se compra", digo que "A amizade não se ganha, se conquista".
Até daqui a pouco.
André Martins
(PS: Nem sei mais que data é, pois esses dias me consumiu, me consumiu a alma, o coração e a saúde).
Até daqui a pouco.
André Martins
(PS: Nem sei mais que data é, pois esses dias me consumiu, me consumiu a alma, o coração e a saúde).
terça-feira, 14 de outubro de 2008
_______________________________
Por Fim
Tento em meu último desespero
Desalmado de coração
Conseguir sua atenção e por fim
Conseguir alcançar a felicidade
Não sei onde errei um dia
Ou se um dia errei em não te dizer
Que com todas as forças
Quero poder te ter
Vivo cada momento
Como se o amanhã fosse o agora
Na certeza que ao estar com você
Nada poderá me entristecer
Por fim quase em tudo
Acabo perdendo meu coração
Que hoje não palpita por mim
Mas por você que é a minha solução!
Solução da minha solidão!
AGMA 16/10/08
Tento em meu último desespero
Desalmado de coração
Conseguir sua atenção e por fim
Conseguir alcançar a felicidade
Não sei onde errei um dia
Ou se um dia errei em não te dizer
Que com todas as forças
Quero poder te ter
Vivo cada momento
Como se o amanhã fosse o agora
Na certeza que ao estar com você
Nada poderá me entristecer
Por fim quase em tudo
Acabo perdendo meu coração
Que hoje não palpita por mim
Mas por você que é a minha solução!
Solução da minha solidão!
AGMA 16/10/08
Seu aroma...
Seu aroma ainda está presente
Assim como todo o sentimento
Que preenche minha mente
Onde cada desejo em mim
Não sabendo como e onde
Espreita meu coração em busca de um fim
Assim como a noite precisa de uma lua
Como o homem precisa de um par
Vago todas as noites pela rua
Pensando em como deixar de estar só
Por uma fatalidade da vida
Em que não quero jamais ter sua dó
Estou pensando e pensando
Caminhando noite e dia
Onde meu ser não se cansa de ficar imaginando
Quanta vida e alegria um dia posso ter
Se novamente mais uma noite
Eu puder te ver
Sinto seu aroma na madrugada
Aroma de chocolate pelo corpo
Sinto minha alma impregnada
De meus sonhos disfarçando
Na distancia em que me encontro
Poder um dia estar te amando
AGMA 15/10/2008
Seu aroma ainda está presente
Assim como todo o sentimento
Que preenche minha mente
Onde cada desejo em mim
Não sabendo como e onde
Espreita meu coração em busca de um fim
Assim como a noite precisa de uma lua
Como o homem precisa de um par
Vago todas as noites pela rua
Pensando em como deixar de estar só
Por uma fatalidade da vida
Em que não quero jamais ter sua dó
Estou pensando e pensando
Caminhando noite e dia
Onde meu ser não se cansa de ficar imaginando
Quanta vida e alegria um dia posso ter
Se novamente mais uma noite
Eu puder te ver
Sinto seu aroma na madrugada
Aroma de chocolate pelo corpo
Sinto minha alma impregnada
De meus sonhos disfarçando
Na distancia em que me encontro
Poder um dia estar te amando
AGMA 15/10/2008
domingo, 12 de outubro de 2008
Noites sem Dormir... pensando na felicidade que se esvai... mas que espera!
Nessa noite não postarei palavras minhas, até porque minhas palavras ultimamente não são suficientes para acalmar meu coração bem como conquistar o coração de quem se quer bem, não são capazes de me darem mansidão, bem como não são capazes de manter uma amizade sem me deixar na solidão.
Essa noite postarei as palavras de um grande poeta, cujas palavras são lindas, de um teor magnífico e expressam integralmente tudo que venho sentindo nessa roda viva de sentimentos, onde a cada lufada de vento, meu coração se atordoa, esperando sua volta.
Com vocês, Manuel Antônio Álvares de Azevedo em:
ESPERANÇAS
Oh! Si elle m’eût aimé!
ALF. DE VIGNY. Chatterton.
Se a ilusão de minh’alma foi mentida,
E, leviana, da árvore da vida
As flores desbotei;
Se por sonhos do amor de uma donzela
Imolei meu porvir, e o ser por ela
Em prantos esgotei;
Se a alma consumi na dor que mata,
E banhei de uma lágrima insensata
A última esperança,
Oh! não me odeies, não! Eu te amo ainda,
Como dos mares pela noite infinda
A estrela da bonança!
Como nas folhas do Missal do templo,
Os mistérios de Deus em ti contemplo
E na tu’alma os sinto!
Às vezes, delirante, se eu maldigo
As esperanças que sonhei contigo,
Perdoa-me, que minto!
Oh! não me odeies, não! Eu te amo ainda,
Como do peito a aspiração infinda
Que me influi o viver,
E como a nuvem de azulado incenso;
Como eu amo êsse afeto único, imenso
Que me fará morrer!
Rompeste a alva túnica luzente
Que eu doirava por ti de amor demente
E aromei de abuses...
Deste-me em trôco lágrimas acérrimas...
Ah! que morreram a sangrar misérrimas
As minhas ilusões!
Nos encantos das fadas da ventura
Podes dormir ao sol da formosura
Sempre bela e feliz;
Irmã dos anjos, sonharei contigo;
A alma a quem negaste o último abrigo
Chora... não te maldiz!
Chora – e sonha – e espera: a negra sina
Talvez no céu se apague em purpurina
Alvorada de amor...
E eu acorde no céu num teu abraço:
E repouse tremendo em seu regaço
Teu pobre sonhador!
____________________________________
Essa poesia já foi enviada para uma pessoa que é maravilhosamente maravilhosa, que espero que tenha lido e guardado do lado esquerdo do peito bem próximo ao coração. Seu coração não é meu, porém sua amizade um dia será, e quanto ao resto, espero na vontade de Deus, e na vinda da felicidade que não tardará a chegar.
Aqui encerro o post de hoje, prometendo a vocês duas linhas de raciocínio daqui para frente. A linha de raciocínio da alegria em minha vida, e a linha de raciocínio da tristeza em minha vida, todas as duas intrínsecas, e cheias de vida, alma e coração.
Obrigado a todos pela compreensão desses dias estar ausente, por motivos aparentes mas que me tornaram de certa forma indigente, e que por esse moribundo que lhes escreve, peço novamente paciência porque estou me reerguendo para feliz ficar e com todos vocês poder conversar, escrever e me detalhar.
AGMA – André Gustavo Martins de Almeida
Música do dia: “Have a Little Faith In Me”(Joe Cocker ‘n John Hiatt
Nessa noite não postarei palavras minhas, até porque minhas palavras ultimamente não são suficientes para acalmar meu coração bem como conquistar o coração de quem se quer bem, não são capazes de me darem mansidão, bem como não são capazes de manter uma amizade sem me deixar na solidão.
Essa noite postarei as palavras de um grande poeta, cujas palavras são lindas, de um teor magnífico e expressam integralmente tudo que venho sentindo nessa roda viva de sentimentos, onde a cada lufada de vento, meu coração se atordoa, esperando sua volta.
Com vocês, Manuel Antônio Álvares de Azevedo em:
ESPERANÇAS
Oh! Si elle m’eût aimé!
ALF. DE VIGNY. Chatterton.
Se a ilusão de minh’alma foi mentida,
E, leviana, da árvore da vida
As flores desbotei;
Se por sonhos do amor de uma donzela
Imolei meu porvir, e o ser por ela
Em prantos esgotei;
Se a alma consumi na dor que mata,
E banhei de uma lágrima insensata
A última esperança,
Oh! não me odeies, não! Eu te amo ainda,
Como dos mares pela noite infinda
A estrela da bonança!
Como nas folhas do Missal do templo,
Os mistérios de Deus em ti contemplo
E na tu’alma os sinto!
Às vezes, delirante, se eu maldigo
As esperanças que sonhei contigo,
Perdoa-me, que minto!
Oh! não me odeies, não! Eu te amo ainda,
Como do peito a aspiração infinda
Que me influi o viver,
E como a nuvem de azulado incenso;
Como eu amo êsse afeto único, imenso
Que me fará morrer!
Rompeste a alva túnica luzente
Que eu doirava por ti de amor demente
E aromei de abuses...
Deste-me em trôco lágrimas acérrimas...
Ah! que morreram a sangrar misérrimas
As minhas ilusões!
Nos encantos das fadas da ventura
Podes dormir ao sol da formosura
Sempre bela e feliz;
Irmã dos anjos, sonharei contigo;
A alma a quem negaste o último abrigo
Chora... não te maldiz!
Chora – e sonha – e espera: a negra sina
Talvez no céu se apague em purpurina
Alvorada de amor...
E eu acorde no céu num teu abraço:
E repouse tremendo em seu regaço
Teu pobre sonhador!
____________________________________
Essa poesia já foi enviada para uma pessoa que é maravilhosamente maravilhosa, que espero que tenha lido e guardado do lado esquerdo do peito bem próximo ao coração. Seu coração não é meu, porém sua amizade um dia será, e quanto ao resto, espero na vontade de Deus, e na vinda da felicidade que não tardará a chegar.
Aqui encerro o post de hoje, prometendo a vocês duas linhas de raciocínio daqui para frente. A linha de raciocínio da alegria em minha vida, e a linha de raciocínio da tristeza em minha vida, todas as duas intrínsecas, e cheias de vida, alma e coração.
Obrigado a todos pela compreensão desses dias estar ausente, por motivos aparentes mas que me tornaram de certa forma indigente, e que por esse moribundo que lhes escreve, peço novamente paciência porque estou me reerguendo para feliz ficar e com todos vocês poder conversar, escrever e me detalhar.
AGMA – André Gustavo Martins de Almeida
Música do dia: “Have a Little Faith In Me”(Joe Cocker ‘n John Hiatt
sábado, 13 de setembro de 2008
Desejos...
que se calam com o tempo
invadindo meu coração e ao mesmo tempo que me trazem à tona o
desgosto de cada dia
ajudam a amargar a beleza de uma solidão que ao acordar imagina
quando poderá se deitar e ao levantar não se preocupa ao cair
porque o chão ou a latrina em que se encontrará
será o lar que um dia foi rejeitado,
será o lugar onde será bem aceito,
será vivo e ao mesmo tempo morto com o tempo e mesmo sendo
criticado por quem se ama será odiado por quem ama,
será levado ao mais desprezível lugar que um ser humano imaginou,
que viveu e que uma vez na vida imaginou estar.
Desejos que se calam com minhas feridas, que
ao me lembrar de você desejam a putridão de um sangue que jorra
de um coração dilacerado, estrangulado sem vida e sem batidas senão
as batidas que a cada ritmo imposto pela vida trazem a dor plena
cheia de pecados, cheia de sinas, na falta da penitencia diária
de um adeus a tudo que um dia já foi seu.
Sua amizade, seu carinho, sua atenção e seu amor.
Desejos,
desejo,
de um dia ter sido apenas eu em minha singular existência
onde apenas desejo o seu prazer onde quer que esteja,
onde aoenas desejo o seu carinho onde quer que esteja,
onde apenas desejo o fim de um sofrimento que se torna eterno em mim,
em minha vida, em minha alma, em meu coração...
A.C.Guzzymann 14/09/08
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