quinta-feira, 16 de outubro de 2008


Hoje demorarei a postar!


Estou me humilhando pela última vez para uma pessoa que me foi, é e espero um dia continuar sendo especial para mim.

Não estou me desvalorizando, apenas estou super valorizando minha capacidade de me importar com a amizade de alguém não me deixando abater pelas atrocidades da vida.

Prometo a todos, que será a última humilhação, que será a última tentativa de reaproximação e por fim será a última vez que tentarei ser feliz em minha vida.

Após essa humilhação, me fecharei por tempo indeterminado para sorrir, para chorar, para sentir e para amar.

Estarei disponível apenas para ser um ser humano normal, sem sentimentos e apenas vivendo minha vida sem importar a ninguém.

Agradeço a todos os conselhos, agradeço a todos os puxões de orelhas, agradeço a todos por me segurarem nos momentos de quedas, e principalmente agradeço a Deus pelo imenso coração que Ele me deu.

Sofro hoje muito por esse coração que se humilha para poder ser ele mesmo sem se importar com as linhas inimigas, mas que chora lágrimas de sangue ao sentir o silêncio que torna-se a pior arma para um ser humano, e um ser humano com coração de criança.

Boa noite, e assim que terminar minha 'arte' estarei aqui postando. Não sei que horas...

Não sei se até as 3 da manha, ou 4... o que importa é tentar buscar a felicidade.

Como diz no filme "A felicidade não se compra", digo que "A amizade não se ganha, se conquista".

Até daqui a pouco.

André Martins
(PS: Nem sei mais que data é, pois esses dias me consumiu, me consumiu a alma, o coração e a saúde).

terça-feira, 14 de outubro de 2008

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Por Fim

Tento em meu último desespero
Desalmado de coração
Conseguir sua atenção e por fim
Conseguir alcançar a felicidade

Não sei onde errei um dia
Ou se um dia errei em não te dizer
Que com todas as forças
Quero poder te ter

Vivo cada momento
Como se o amanhã fosse o agora
Na certeza que ao estar com você
Nada poderá me entristecer

Por fim quase em tudo
Acabo perdendo meu coração
Que hoje não palpita por mim
Mas por você que é a minha solução!

Solução da minha solidão!

AGMA 16/10/08

Seu aroma...

Seu aroma ainda está presente
Assim como todo o sentimento
Que preenche minha mente
Onde cada desejo em mim
Não sabendo como e onde
Espreita meu coração em busca de um fim

Assim como a noite precisa de uma lua
Como o homem precisa de um par
Vago todas as noites pela rua
Pensando em como deixar de estar só
Por uma fatalidade da vida
Em que não quero jamais ter sua dó

Estou pensando e pensando
Caminhando noite e dia
Onde meu ser não se cansa de ficar imaginando
Quanta vida e alegria um dia posso ter
Se novamente mais uma noite
Eu puder te ver

Sinto seu aroma na madrugada
Aroma de chocolate pelo corpo
Sinto minha alma impregnada
De meus sonhos disfarçando
Na distancia em que me encontro
Poder um dia estar te amando

AGMA 15/10/2008

domingo, 12 de outubro de 2008

Noites sem Dormir... pensando na felicidade que se esvai... mas que espera!

Nessa noite não postarei palavras minhas, até porque minhas palavras ultimamente não são suficientes para acalmar meu coração bem como conquistar o coração de quem se quer bem, não são capazes de me darem mansidão, bem como não são capazes de manter uma amizade sem me deixar na solidão.

Essa noite postarei as palavras de um grande poeta, cujas palavras são lindas, de um teor magnífico e expressam integralmente tudo que venho sentindo nessa roda viva de sentimentos, onde a cada lufada de vento, meu coração se atordoa, esperando sua volta.

Com vocês, Manuel Antônio Álvares de Azevedo em:

ESPERANÇAS

Oh! Si elle m’eût aimé!
ALF. DE VIGNY. Chatterton.

Se a ilusão de minh’alma foi mentida,
E, leviana, da árvore da vida
As flores desbotei;
Se por sonhos do amor de uma donzela
Imolei meu porvir, e o ser por ela
Em prantos esgotei;

Se a alma consumi na dor que mata,
E banhei de uma lágrima insensata
A última esperança,
Oh! não me odeies, não! Eu te amo ainda,
Como dos mares pela noite infinda
A estrela da bonança!

Como nas folhas do Missal do templo,
Os mistérios de Deus em ti contemplo
E na tu’alma os sinto!
Às vezes, delirante, se eu maldigo
As esperanças que sonhei contigo,
Perdoa-me, que minto!

Oh! não me odeies, não! Eu te amo ainda,
Como do peito a aspiração infinda
Que me influi o viver,
E como a nuvem de azulado incenso;
Como eu amo êsse afeto único, imenso
Que me fará morrer!

Rompeste a alva túnica luzente
Que eu doirava por ti de amor demente
E aromei de abuses...
Deste-me em trôco lágrimas acérrimas...
Ah! que morreram a sangrar misérrimas
As minhas ilusões!
Nos encantos das fadas da ventura
Podes dormir ao sol da formosura
Sempre bela e feliz;
Irmã dos anjos, sonharei contigo;
A alma a quem negaste o último abrigo
Chora... não te maldiz!

Chora – e sonha – e espera: a negra sina
Talvez no céu se apague em purpurina
Alvorada de amor...
E eu acorde no céu num teu abraço:
E repouse tremendo em seu regaço
Teu pobre sonhador!

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Essa poesia já foi enviada para uma pessoa que é maravilhosamente maravilhosa, que espero que tenha lido e guardado do lado esquerdo do peito bem próximo ao coração. Seu coração não é meu, porém sua amizade um dia será, e quanto ao resto, espero na vontade de Deus, e na vinda da felicidade que não tardará a chegar.

Aqui encerro o post de hoje, prometendo a vocês duas linhas de raciocínio daqui para frente. A linha de raciocínio da alegria em minha vida, e a linha de raciocínio da tristeza em minha vida, todas as duas intrínsecas, e cheias de vida, alma e coração.

Obrigado a todos pela compreensão desses dias estar ausente, por motivos aparentes mas que me tornaram de certa forma indigente, e que por esse moribundo que lhes escreve, peço novamente paciência porque estou me reerguendo para feliz ficar e com todos vocês poder conversar, escrever e me detalhar.

AGMA – André Gustavo Martins de Almeida
Música do dia: “Have a Little Faith In Me”(Joe Cocker ‘n John Hiatt

sábado, 13 de setembro de 2008

Desejos...
que se calam com o tempo
invadindo meu coração e ao mesmo tempo que me trazem à tona o
desgosto de cada dia
ajudam a amargar a beleza de uma solidão que ao acordar imagina
quando poderá se deitar e ao levantar não se preocupa ao cair
porque o chão ou a latrina em que se encontrará
será o lar que um dia foi rejeitado,
será o lugar onde será bem aceito,
será vivo e ao mesmo tempo morto com o tempo e mesmo sendo
criticado por quem se ama será odiado por quem ama,
será levado ao mais desprezível lugar que um ser humano imaginou,
que viveu e que uma vez na vida imaginou estar.
Desejos que se calam com minhas feridas, que
ao me lembrar de você desejam a putridão de um sangue que jorra
de um coração dilacerado, estrangulado sem vida e sem batidas senão
as batidas que a cada ritmo imposto pela vida trazem a dor plena
cheia de pecados, cheia de sinas, na falta da penitencia diária
de um adeus a tudo que um dia já foi seu.
Sua amizade, seu carinho, sua atenção e seu amor.
Desejos,
desejo,
de um dia ter sido apenas eu em minha singular existência
onde apenas desejo o seu prazer onde quer que esteja,
onde aoenas desejo o seu carinho onde quer que esteja,
onde apenas desejo o fim de um sofrimento que se torna eterno em mim,
em minha vida, em minha alma, em meu coração...
A.C.Guzzymann 14/09/08

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Noite, madrugada, dia...
Não sei mais o que separa meu dia da madrugada.
Não sei mais o que separa minha madrugada da noite.
Não sei mais o que é uma noite, uma madrugada ou um dia.
Tento a todo custo tentar desvencilhar-me da individualidade do dia que se forma com o prazer de beber para aplacar cada sofrimento do qual me torturo a sentir na medida que me lembro de você.
Ouvir a cada momento a música que acalma minha alma me traz ao mesmo tempo a infelicidade de um dia te encontrar.
Se um dia vir a te encontrar, espero estar separado do dia, da madrugada e da noite, para poder mais uma vez estar próximo do nada...
A.C.Guzzymann

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Sinto o que imagino não o que quero mas...

Sinto o que imagino poder sentir
de um dia que me fez sorrir
de um acontecimento vivo e feliz
que das trevas me tirou
que para a vida me resgatou
Sinto o que imagino sentir
Vivo e feliz

Sinto o que imagino sentir
de um dia não depender dos outros
de um acontecimento não compactuar com minha tristeza
que das trevas surjam a luz
que para a vida eu possa morrer e renascer
Sinto o que imagino sentir vivendo e feliz
Vivo e feliz

A.C. Guzzymann 04/09/08